Imagino redemoinhos no alto mar. Distante de mim. Sabedorias. Propriedades e impropriedades. Atropelo.
sexta-feira, janeiro 30, 2009
quinta-feira, janeiro 29, 2009
terça-feira, janeiro 27, 2009
Será...
O
sol na mulera
e
poucos pensamentos.
Espie em cautela: o que era profundo serviu de rascunho.
E raso,
raso ficou.
sol na mulera
e
poucos pensamentos.
Espie em cautela: o que era profundo serviu de rascunho.
E raso,
raso ficou.
FLERTEAR!
Inspiro o cristalino, há um novo traço.
Isca de luz, um jogo de sombras.
O norte, a bússola.
Circula o ímpeto pelo laço. Desejo.
Expresso. Ousadias ensaio, exclamações reticentes.
A corte, os lábios.
Aromas e fitas,
amparo anelos: viaja o imaginário.
Possuo tempestade e quem sabe: uma flor?! . .
Isca de luz, um jogo de sombras.
O norte, a bússola.
Circula o ímpeto pelo laço. Desejo.
Expresso. Ousadias ensaio, exclamações reticentes.
A corte, os lábios.
Aromas e fitas,
amparo anelos: viaja o imaginário.
Possuo tempestade e quem sabe: uma flor?! . .
sexta-feira, janeiro 23, 2009
Anotações
O que se pode dizer? Quero escrever.
Vislumbrar possibilidades. Isto é: desconfiar
dos propósitos dos
meus
pensamentos. Perpassar outras luzes em minha cabeça.
A capacidade de criar! Todos a têm?
Confio na dormência. Suspeito de uma certa metáfora:
a reprodução
sexuada humana.
Importa é a adivinhação. Respostas. Perguntas.
A pupila de uma mulher.
Acontecimento
Repente faziá: naquelas ondinhas...
De uma mão, uma pedra.
Riachim desce: sempre lá, em bento banho.
Cai uma pedra.
Nas profundezas - naquelas ondinhas.
De uma mão, uma pedra.
Riachim desce: sempre lá, em bento banho.
Cai uma pedra.
Nas profundezas - naquelas ondinhas.
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