Aceito o cumprir do tempo ao sentir a alvorada.
É o frio expirando solidão, desafiando meus alvéolos.
É o nascer, cordão por excelência, precedido em vermelhos.
É o calor, recolhido em todo azul. No melhor do sono, para despertar.
sexta-feira, janeiro 15, 2010
domingo, janeiro 10, 2010
Assinar:
Comentários (Atom)