como encher o pulmão do ar que vem do oceano, se a visão do mar não te deixa respirar?
não saber responder ou não saber, se quer, que estas perguntas existiam, pois foi como um devaneio antes de chegar o sono, em que não se sabe distinguir o real.
mas, neste instante num suspiro, busco a maresia e ao fechar os olhos tento uma última vez tocar a flor, em vão. é então que, com aquele frio na garganta, pareço querer chorar.
só mesmo uma rocha para abraçar a força do mar, enquanto o amor espera por outra flor.