Somos crianças sobre os ombros de gigantes.
Sob o encanto da ignorância:
Tudo vê, tudo fácil,
tudo manual de tijolos em liqüidação!
Ãooá tãtão!!!!!
quinta-feira, agosto 31, 2006
terça-feira, agosto 29, 2006
Tempo passa voa anda corre
sexta-feira, agosto 11, 2006
Fazendeiro de Ventos Alísios...
Disparada de reviravolta. Traga-me os pontos.
Fira a alma em pincéis de anil a aniquilar.
Mata-me a luz, raiz das sombras côncavas e espelhos insonsos
Cultiva-me na lira dos meus 16 anos de estradar
Há uma espiral infame na grávida e provocante senhora.
Engenho de rudimentos silenciosos a esbravejar
Disparada é mais que trote na serra de brancas luas.
Domina-me o impulso, navalha que transgride o respirar.
Negra, terra úmida. Imensamente quente e úmida.
Fira a alma em pincéis de anil a aniquilar.
Mata-me a luz, raiz das sombras côncavas e espelhos insonsos
Cultiva-me na lira dos meus 16 anos de estradar
Há uma espiral infame na grávida e provocante senhora.
Engenho de rudimentos silenciosos a esbravejar
Disparada é mais que trote na serra de brancas luas.
Domina-me o impulso, navalha que transgride o respirar.
Negra, terra úmida. Imensamente quente e úmida.
domingo, julho 30, 2006
Trilhado a videos e sonhadores

Capaz de arrancar-me um pedaço da alma, de fazer-me esquecer o cansaço e lembrar-me do sentimento humanista encerrado no peito. David fez por mim tanto quanto fez pelos outros. Recobrou-me o norte, o rumo a seguir. O caminho da coragem está traçado. O que nos resta é seguirmos em frente. Já, o que nos falta é a meta para contornar a curva.
sexta-feira, julho 28, 2006
Mente alemã
Ó Alemente! Germente!
Divindade dividida em dúvidas...
Matar ou matar???
Peraí, isso não é dúvida!
A questão é matar pelo racismo
ou matar pela ciência.
Usar o cérebro também é fato,
mas um nêutron que corre
acaba equivalendo a um escarcéu de balas,
de granadas, facas, cordas de nylon...
Condenaremos o racismo ou o plutônio,
consciência cruel ou inconsciência desastrosa?
As duas vão para o inferno,
seja pela igreja, seja por um dito popular.
Capacidade também é crime!!!
Divindade dividida em dúvidas...
Matar ou matar???
Peraí, isso não é dúvida!
A questão é matar pelo racismo
ou matar pela ciência.
Usar o cérebro também é fato,
mas um nêutron que corre
acaba equivalendo a um escarcéu de balas,
de granadas, facas, cordas de nylon...
Condenaremos o racismo ou o plutônio,
consciência cruel ou inconsciência desastrosa?
As duas vão para o inferno,
seja pela igreja, seja por um dito popular.
Capacidade também é crime!!!
domingo, julho 16, 2006

Se temos todos dois lados do cérebro,
duas mãos, dois olhos, (Duas bolas)
certamente há duas personalidades a se criar.
Pior que bomba H, pior que arma química,
AIDS, rubéola, míssil, está a fonte de tudo...
O melhor e o pior da vida não vem do coração não senhor,
coração só descompassa quando nos transgride alguma emoção.
O grande potencial da vida - e da morte - é o cérebro.
O resto é metáfora.
sexta-feira, julho 14, 2006
Qual o quê !?
Há uma cortina de neblina a nos orientar
Arritmia de um tom é o nosso sonar.
Particulariedade nossa.
Um jeito de seguir os catadióptricos.
Qual o quê!? Ainda me resta o pensamento.
Embora sô, desigualar as medidas vividas.
Que o dia vá, outro vem.
Arritmia de um tom é o nosso sonar.
Particulariedade nossa.
Um jeito de seguir os catadióptricos.
Qual o quê!? Ainda me resta o pensamento.
Embora sô, desigualar as medidas vividas.
Que o dia vá, outro vem.
quarta-feira, julho 12, 2006
A CASA
sexta-feira, julho 07, 2006
É hora de partir....

Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada,
aconchegada nos meus braços,
que rio e danço
e invento exclamações alegres,
porque a ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.
Ausência, Carlos Drummond de Andrade
domingo, julho 02, 2006
"em toda parte onde eu tive o que sou" T.M.&M.A.
nada fica
só se marca
tivemos e somos
é passado e presente
aquele compõe este
e este continua
só se marca
tivemos e somos
é passado e presente
aquele compõe este
e este continua
sexta-feira, junho 23, 2006
Resta ...

O teu riso
Tira-me o pão, se quiseres,
tira-me o ar, mas não
me tires o teu riso.
Não me tires a rosa,
a lança que desfolhas,
a água que de súbito
brota da tua alegria,
a repentina onda
de prata que em ti nasce.
A minha luta é dura e regresso
com os olhos cansados
às vezes por ver
que a terra não muda,
mas ao entrar teu riso
sobe ao céu a procurar-me
e abre-me todas
as portas da vida.
Meu amor, nos momentos
mais escuros solta
o teu riso e se de súbito
vires que o meu sangue mancha
as pedras da rua,
ri, porque o teu riso
será para as minhas mãos
como uma espada fresca.
À beira do mar, no outono,
teu riso deve erguer
sua cascata de espuma,
e na primavera, amor,
quero teu riso como
a flor que esperava,
a flor azul, a rosa
da minha pátria sonora.
Ri-te da noite,
do dia, da lua,
ri-te das ruas
tortas da ilha,
ri-te deste grosseiro
rapaz que te ama,
mas quando abro
os olhos e os fecho,
quando meus passos vão,
quando voltam meus passos,
nega-me o pão, o ar,
a luz, a primavera,
mas nunca o teu riso,
porque então morreria.
Pablo Neruda
sexta-feira, junho 16, 2006
e entardeceu...
terça-feira, junho 13, 2006
São quatorze tiranas em chagas no peito do cantador...
Procurei uma palavra, já que todas não me bastavam.
Encontrei um pássaro encantado e sua clausura num oceano de signos.
Era a liberdade e a tentativa de catalogá-la.
Fui adiante. Procurei um pouco mais.
Procurei uma sugestão, já que todos os objetivos sozinhos são rasos.
Desencontrei a quietude e sua luz na retina do comum.
Era a vontade e a concreta solução das ilusões.
Arrisquei um próximo passo. Escolhi a trilha mais aberta.
Procurei um vazio, já que todos os cheios transbordam.
Encontrei uma estrada bem sinalizada e suas placas e letreiros.
Era a absorção de um pano encharcado na resposta da ausência.
Quis buscar a fonte da primeira ponte que atravessei.
Procurei um motivo, já que todas as explicações não satisfazem.
Respirei um furacão diferente e seus relâmpagos de outras verdades.
Era um sonho e sua neblina de indagações.
Estou. Qualquer linha reta é uma encruzilhada.
Vou. Desde que a fera seja selvagem.
Não sei. Estou. Não importa.
O nome. O tempo. A forma. O ponto final.
Encontrei um pássaro encantado e sua clausura num oceano de signos.
Era a liberdade e a tentativa de catalogá-la.
Fui adiante. Procurei um pouco mais.
Procurei uma sugestão, já que todos os objetivos sozinhos são rasos.
Desencontrei a quietude e sua luz na retina do comum.
Era a vontade e a concreta solução das ilusões.
Arrisquei um próximo passo. Escolhi a trilha mais aberta.
Procurei um vazio, já que todos os cheios transbordam.
Encontrei uma estrada bem sinalizada e suas placas e letreiros.
Era a absorção de um pano encharcado na resposta da ausência.
Quis buscar a fonte da primeira ponte que atravessei.
Procurei um motivo, já que todas as explicações não satisfazem.
Respirei um furacão diferente e seus relâmpagos de outras verdades.
Era um sonho e sua neblina de indagações.
Estou. Qualquer linha reta é uma encruzilhada.
Vou. Desde que a fera seja selvagem.
Não sei. Estou. Não importa.
O nome. O tempo. A forma. O ponto final.
sábado, junho 10, 2006
Cantilena de Lua Cheia...
De diante em agora...passo.
O laço surreal do esquecimento sob a ótica estática do movimento.
Afora a dentro...passo.
O nó real da ausência é pleno. Rapto dos desencontros pelo caminho.
Soluciona-me a certeza...passo.
A lâmina afiada para abrir histórias sobre o intangível.
Caos peregrino...passo.
Há olhos de onda de mar nas faces do Amor. O fogo está chegando!
Provoca-me...passo.
Viagem boa só com medo.
O laço surreal do esquecimento sob a ótica estática do movimento.
Afora a dentro...passo.
O nó real da ausência é pleno. Rapto dos desencontros pelo caminho.
Soluciona-me a certeza...passo.
A lâmina afiada para abrir histórias sobre o intangível.
Caos peregrino...passo.
Há olhos de onda de mar nas faces do Amor. O fogo está chegando!
Provoca-me...passo.
Viagem boa só com medo.
segunda-feira, junho 05, 2006
Tempus Fugit...
Repetindo monotonamente:
tempus fugit... tempus fugit...
Questionei! Quando é que aprenderemos a contar o tempo?
A sabedoria se inicia quando aprendemos a contar o tempo?
Quem conta o tempo sabe que não há soma, apenas subtração.
E é por isso que as cartas terão de ficar sem resposta.
Entendo e buscarei o perdão...
Se não o encontrar é porque não é amor!
É chegada a hora de me acostumar com a prateleira vazia...
...de um vazio tão bonito quanto a descoberta do amor!
Estou nu e mergulho na água da minha imaginação...
Sou pluma ao vento da liberdade!
Sou rocha que resiste às tempestades!
tempus fugit... tempus fugit...
Questionei! Quando é que aprenderemos a contar o tempo?
A sabedoria se inicia quando aprendemos a contar o tempo?
Quem conta o tempo sabe que não há soma, apenas subtração.
E é por isso que as cartas terão de ficar sem resposta.
Entendo e buscarei o perdão...
Se não o encontrar é porque não é amor!
É chegada a hora de me acostumar com a prateleira vazia...
...de um vazio tão bonito quanto a descoberta do amor!
Estou nu e mergulho na água da minha imaginação...
Sou pluma ao vento da liberdade!
Sou rocha que resiste às tempestades!
quinta-feira, junho 01, 2006
Pinico pra elas!!!
Se em lágrimas de densidade escarlate o mundo completa seu ciclo...atroz é o destino exposto:em opressores <===> os frágeis reféns. Não há acordo. Só há uma prazerosa degustação! Ora se devora o quente, ora o efeito se sente do psico-somático comprimido de novalgina!
sábado, maio 27, 2006
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