sexta-feira, agosto 11, 2006

Fazendeiro de Ventos Alísios...

Disparada de reviravolta. Traga-me os pontos.

Fira a alma em pincéis de anil a aniquilar.

Mata-me a luz, raiz das sombras côncavas e espelhos insonsos

Cultiva-me na lira dos meus 16 anos de estradar

Há uma espiral infame na grávida e provocante senhora.

Engenho de rudimentos silenciosos a esbravejar

Disparada é mais que trote na serra de brancas luas.

Domina-me o impulso, navalha que transgride o respirar.

Negra, terra úmida. Imensamente quente e úmida.

2 comentários:

Anônimo disse...

Queres que te firas? Não sou capaz. Não desejo fazê-lo. Quero sim ensinar-lhe. Pedes pontos? Poderia dá-los de pronto. Tentei encontrar alguns, mas pensei melhor. Encontrei alguns cardeais, alguns pontos finais, outros de exclamação, de máximo, de ônibus. Então, dar-te-ei algo mais preciso. Trarei a ti a convergência. Porém censuro-lhe a censura. Nessa fazenda, toma como dádiva. A arte, a convergência e os seis.

Anônimo disse...

Que a cigarra quando canta morre
Que a madeira quando morre canta...